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Algumas coisas parecem ser pouco compatíveis. Mas em um mundo em eterno Beta tudo pode mudar a qualquer momento. E se alguém lhe disser que você baixará enormemente o seu custo e ao mesmo tempo passará oferecer o melhor serviço?  O banco Tangerine, ex-ING Direct, acreditou nesse caminho e acertou! Hoje é considerado o banco com o maior grau de satisfação dos clientes no país (segundo pesquisa da J. D. Power em 2017), crescendo em cerca de 50% em número de correntistas, anualmente. Não nasceu ágil e atraente como uma fintech, mas soube se transformar com maestria.

Foi sob o tema da Transformação Digital, que Marcel Ayres e Ana Carolina Monteiro (Grupo Engenho) foram recebidos nessa manhã (25/01) pela equipe da Desenbahia, a convite de Marcelo Weckerle, Luciano Ataíde e João Paulo Matta. A palestra foi o marco inicial do ciclo de capacitação, inspiração e transformação Inova Bahia. Cases como o do Tangerine e do Banco Itaú foram expostos como exemplos de transformações de bancos tradicionais para um novo contexto de negócios, digital.

 

Social Media, Business Intelligence, Digital Marketing

Transformação Digital tem a ver com estratégia e mudança de pensamento e cultura – ou seja, é mais homem que máquina. Seu maior obstáculo é também a premissa essencial para o sucesso: pessoas.

Falar de Fintechs, Blockchain, Internet das Coisas e Pagamentos via Coisas, Computação Cognitiva, entre outros assuntos nos domínios da tecnologia, é apenas fornecer os tijolos com os quais, de forma colaborativa, os participantes constroem no dia a dia uma organização com a habilidade de criar a melhor experiência possível para o cliente e se perpetuar.

Transformar ou ser transformado? Eis a questão. Mas não é necessário arrastar a angústia de Hamlet.

Fintech, Internet das Coisas, Blockchain, Computação Cognitiva

 

 

 

Hoje um novo episódio da série Digital Creators. Professores convidados: Amanda Aouad e Marcelo Lima, roteiristas e pesquisadores (Estação do Drama – UFBA).

Salvador, manhã de sábado. Tempo instável, variando entre chuva e sol. Corta para sala de aula. Os nossos Creators ouviam atentos à apresentação da dupla de professores, iríamos dar sequência a aula de Dani Rodrigues, transformando o planejamento executado pelos grupos em roteiro para conteúdo em vídeo. Que conhecimentos seriam necessários para a tarefa? Logo descobriríamos.

Storytelling. Ou seja, contar história. O primeiro passo da nossa jornada seria entender sobre a arte de comunicar e encantar. Yes! O caso da campanha de Trump foi abordado; o inesquecível “Dumb ways to die” também serviu de exemplo de storytelling no universo de propaganda e publicidade.

Ok… mas e o roteiro? Começamos a falar nele e nas diferenças entre publicidade e peças autorais. Em qualquer um dos casos, de onde vêm as ideias e os temas? Antes de tudo a citação de Chuck Close, fotógrafo e pintor deu a pista: “A inspiração é para amadores. O resto de nós simplesmente se levanta e vai trabalhar.” .

Falamos de cinco pontos para construir a ideia, entre eles a logline. Logline? Mesmo os redatores experientes não tinham intimidade com o termo. O desafio da logline é resumir do que trata a sua história em apenas uma linha. Quer testar? Então veja essa logline e me diga qual é o filme: o relutante filho de um chefão da máfia precisa assumir o controle do império clandestino de seu pai para proteger sua família. Fácil!Quando estávamos gostando da brincadeira veio a pergunta nos peitos: o que é uma boa ideia? A resposta, por conta dos professores, nos conduziu à análise das tramas básicas – o monstro, a jornada, o regresso, o renascimento, a revelação, a tragédia, a comédia.

Então… Qual é a estratégia do seu storytelling? É preciso definir minha gente! As opções vieram seguidas por exemplos deliciosos. Alguns estupidamente refrescantes como o da cerveja Antarctica. A discussão da turma foi sobre como uma marca deve aparecer em um conteúdo em vídeo para que o resultado seja atrativo, não fique forçado a ponto de fazer as pessoas perderem o interesse ou mesmo causar rejeição. Alguns do Creator são redatores publicitários traumatizados por frases como “mostra mais produto”, “fala mais na marca”… Dúvidas sanadas, hora de abordar a construção de personagens, relacionando com as plataformas e formatos possíveis.

Vamos então à curva dramática de filmes e episódios? Feito isso, momento de assistir um vídeo e disfarçar aquela lágrima teimosa… Despertada a emoção, fomos chamados a racionalizar, definindo o argumento do vídeo – o que ocorre (principal conflito escolhido), quando e onde ocorre (temporalidade e localização), a quem ocorre (personagens) e de qual forma (qual a história?). E como seria a escaleta do vídeo? Entendido Profs! Passamos então para a analise de arcos dramáticos para séries continuadas, séries episódicas, episódios de YouTube. Tenho certeza de ter visto gente dissecando as séries favoritas…

Como todos os Creators sabem, os primeiros três segundos são cruciais – é tudo ou nada – para perder ou ganhar a atenção do público. Mas Amanda e Marcelo mostraram as técnicas da arte de criar e sobreviver a essa avaliação rápida e impiedosa. Garantida a atenção inicial, como retê-la e finalizar em grande estilo foram os próximos assuntos. Diferenças entre conteúdos em vídeo para YouTube e Facebook relembradas, nos foi questionado: serializar é preciso? Professora Amanda nos indicou os caminhos da serialização. Aproveitando, já tratou de organização de playlists.

Olha o nosso clímax chegando: tratamos de estruturas de roteiros e pautas. De quebra detalhou-se como fazer títulos e descrições para vídeos. Dicas mil, exercícios para aquecer, estávamos ansiosos para criar. O momento foi depois do almoço. Tínhamos a tarde inteira para estruturar o roteiro, apresentar e passar pela análise e correções dos Professores Amanda e Marcelo. Enfim… o final feliz: uma ideia bem colocada no papel e, na próxima aula, a câmera na mão. Com a revolução tecnológica, a terra de Glauber não tem mais fronteiras – avante Creators!

 

Sabe aquela última Coca-cola gelada? Tomamos no sábado! Pelo menos foi assim que nos sentimos depois de passar o dia com Dani Rodrigues, Creative Excellence na Coca-Cola e nossa mentora no módulo Planejamento de Conteúdo em Vídeo, do curso Digital Creators | COM Academy. As vagas foram superlimitadas para garantir a intensidade da troca. E foi intenso.

Começamos discutindo como chegamos até esse novo contexto de comunicação multilateral, e de difusão exponencial, onde reina o conteúdo e a co-produção. Vivemos a cultura da conexão, que Dani resumiu, elencando características como hiperestímulos, facilidade de acesso aos meios, produtor-consumidor, solidões interativas (Dominique Wolton, 2006) e, finalmente, ansiedade de estar informado sempre frente ao desejo por tempo de ócio (esse último item me representa… mas estou tentando melhorar).

Na sequência, o resgate de uma ideia que às vezes esquecemos e pode ser fatal em tempos de redes sociais sensíveis: comunicação não é exatamente o que se fala, mas o que o outro entende. O que se consume no digital e quais são as suas narrativas. Em todos os modelos, o consumidor é protagonista. Mudam a forma de ser e estar nos meios de comunicação, as narrativas, que agora são construídas em uma linha delicada entre razão, emoção e reputação.

E como isso se dá quando falamos de vídeos online, Dani?

Antes de responder, ela quis nos apresentar os motivadores do crescimento do conteúdo em vídeo. Ok! Uma aula sobre comportamento do público, preferências, apostas dos grandes players, ROI e como vídeos são consumidos especificamente em plataformas sociais. Curiosidades que nos ajudam raciocinar sobre formação de audiência: Anitta é a poderosa em produção de stories no Instagram… Neymar é campeão entre os atletas sociáveis no formato.

Quando se fala sobre vídeos, é impossível não chegar ao mais amado do Brasil, o YouTube. Mestre de muita gente, a plataforma de vídeo é o caminho natural de quem quer aprender sobre alguma coisa. E também palanque! Já que os brasileiros declaram que o YouTube torna as suas vozes mais fortes. Claro que você sabia… Mas como gosto do YouTube, fiz questão de escrever. Não me julgem!

Vídeos ao vivo entraram na conversa. Por que são a estrela do momento? Tudo gira em torno de compartilhar experiências de maneira intensa, multissensorial e coletiva. Aproveitando a deixa, seguimos para a nossa própria experiência sensorial, coletiva e ao vivo: a hora do almoço!

A volta do almoço é aquela maresia… mas não por muito tempo! O assunto ficou mais sério: Planejamento de Canal. A turma que quer assumir-se como YouTuber nem pisacava! Lógica editorial, fontes de informação, comportamento e jornada, interesses de marcas, comunicação estratégica de contexto, apuração, adequação de formatos, percepção seletiva, conteúdo estratégico frente a objetivos, amplificação de conteúdo… exemplos e exemplos. Para! Deixa a turma contemplar mais um pouco os pilares estratégicos para estabelecer o plano de conteúdo… Mesmo que todos soubessem que iriam ter acesso ao material da aula, vi muita gente anotando. Para desenvolver o enredo, buscar qual é a tensão do consumidor; para definir os formatos, entender o comportamento do consumidor; para definir canais e plataformas, definir a jornada do consumidor. Simples. Mas espera um pouco: tem muito mais! realtime, influenciador, medidas de desempenho… Mas cansei de contar. Será que alguém ainda acha que basta ter uma ideia na cabeça e uma câmera na mão?

Com a nossa sede de conhecimento saciada, até o momento, Dani nos apresentou à atividade que será base para as próximas fases. Que venham Amanda e Marcelo! Bom caprichar, pois expectativa está alta.

 

Digital Creators COM Academy

 

 

 

Confira, abaixo, o resultado da pesquisa sobre Profissionais de Inteligência de Mídias Sociais no Brasil (2017), organizado pela Ana Cláudia Zandavalle. O material faz parte de uma série de surveys lançados desde 2011 e apresenta dados importantes sobre o cenário, ferramentas, cursos e profissionais que se destacam neste campo de atuação aqui no Brasil.

Recentemente a Tableu, empresa especializada em soluções de Business Intelligence, fez um post muito interessante com dicas sobre o que fazer e o que não fazer na hora de montar um Dashboard para visualização de dados dentro de sua empresa/negócio.  Abaixo, fizemos um breve resumo dos principais pontos abordados no post.

Antes de começar, a primeira pergunta é: o que é um Dashboard?

Dashboard (ou Painel de Controle) é uma ferramenta que permite a visualização e, posterior, análise de um conjunto particular de dados (que podem variar de acordo com o negócio e o objetivo deste painel). Para construir um Dashboard realmente informativo e útil para seu negócio é necessário muito mais do que colocar todos os insights em uma só tela. Primeiro, deve-se planejar o que será representado (ou seja, quais dados são sensíveis para sua equipe e/ou para o negócio como um todo). Além disso, é preciso selecionar elementos de design que possam facilitar a compreensão e, posterior, análise dos dados que são ali representados.

O que devo incluir e o que devo evitar em meu Dashboard?

Faça! A primeira dica da Tableu é realizar experimentos e pegar feedbacks de quem está utilizando/visualizando os dados no Dashboard. Ou seja, é importante verificar se os dados que estão sendo representados realmente fazem sentido para as pessoas que irão utilizar a ferramenta. Os feedbacks são essenciais no momento de montagem e eventuais ajustes do painel, em busca de uma ferramenta intuitiva e que cumpra o objetivo estabelecido.

Abaixo segue um exemplo de Dashboard que foi transformado (a partir de várias rodadas de feedbacks) para mostrar KPIs de uma agência em uma interface mais visual (substituindo as tabelas).

Dashabord, Data Visualization

Dashboard antes da rodada de feedbacks

Dashabord, Data Visualizartion

Dashboard depois da rodada de feedbacks

Não Faça! Cuidado para não exagerar no design. É tentador incluir uma série de elementos visuais no Dashboard com o intuito de deixá-lo mais atrativo ou mesmo transmitir rapidamente os insights para seu CEO, Gerente ou colega de trabalho. Entretanto, por vezes, ao invés de facilitar e simplificar o entendimento dos dados, o excesso de elementos (ícones, cores, gráficos etc.) pode depor contra o trabalho realizado.

Em um ambiente de negócios, sugere-se priorizar a funcionalidade acima da estética. A simplicidade deve ser uma aliada. Tabelas sem rodeios e paletas de cores básicas podem contar uma boa história.  Um Dashboard que é fácil de entender, ajuda a passar a mensagem de forma rápida, assegurando que os destinatários compreendam o significado das representações e possam, a partir daí, tomar decisões.

Abaixo, um exemplo de um como a escolha de cores mais neutras e uma quantidade menor de elementos visuais pode deixar a leitura dos dados no Dashboard mais prática.

Infográfico

Infográfico

Dashboard

Infográfico simplificado em um dashboard

 

De um modo geral, é importante ter em mente que o Dashboard é um instrumento que deve facilitar a visualização e, consequentemente, a análise dos dados. Na hora de criar um dash para seu negócio ou cliente, lembre-se sempre de que ele não deve ser engessado ou definitivo – ajustes e melhorias devem ser implementadas com uma certa constância, no intuito de adequar a ferramenta ao contexto e necessidades.  Além disso, é importante ter em mente questões como: quem irá consumir os dados deste painel?; quais dados são sensíveis para estas pessoas?; como simplificar a representação dos dados?; e como este dashboard pode ser útil no dia a dia do seu negócio?

Para mais informações, confira o ebook sobre Visualização de Dados da Tableu: clique aqui

Em 2006, a revista Times colocou em sua capa a personalidade do ano com título Você!. A publicação fazia referência ao YouTube, lançado em 2005, que começava a revolucionar os fluxos de produção e compartilhamento de conteúdo em vídeo na internet. Estamos em 2017 (quase 2018) e, de lá para cá, os smartphones e tablets ganharam seu lugar ao sol, as mídias sociais se multiplicaram e ganharam escala global e o vídeo, este formato tão amado desde a invenção do cinema, impera no conteúdo digital.

Neste processo de mudanças de modelos e paradigmas, um ponto chama a atenção: o vetor de produção do conteúdo. Se antes o conteúdo em vídeo era vertical, de poucos para muitos (com produtoras, emissoras de televisão, indústria cinematográfica etc.), hoje essa produção é horizontal, de todos para todos, uma vez que, com um smartphone na mão, é possível filmar, editar e compartilhar com qualidade e de forma segmentada.

Neste movimento de produção individual de vídeo online em alta, empresas como o YouTube continuam na liderança, investindo em espaços (YouTube Spaces) para criadores de conteúdo (os chamados “Creators”) e em formas de monetização. Seguindo este exemplo, o Facebook, que não é bobo nem nada, também já mostrou que em 2018 sua atenção será em expandir as experiências audiovisuais de seus usuários, através de Lives, criando uma nova aba só para vídeos, espaços para produtores (Facebook Studios) e, também, pensando em formas para remunerar seus Creators.

Para além das grandes mídias sociais, há canais se especializando em gerar conteúdos de vídeo para grandes plataformas OTT/ SVOD como Netflix, Hulu, Amazon, YouTube Red, além de TVs abertas e fechadas. Este é o caso da Awesomeness TV que se posiciona como uma rede de criadores (Creator Network) voltada para produções independentes e influenciadores – ajudando a ampliar suas audiências e construir suas marcas pessoais. A criação e distribuição dos chamados IPs (intellectual property) estão mudando a dinâmica do mercado, com produções diversificadas em formatos (documentários, talkshows, séries, filmes, curtas, notícias etc.) e temas, em alguns casos com baixo custo (principalmente para as plataformas de distribuição), com a presença de influenciadores que mobilizam uma legião de fãs em diferentes mídias sociais.

No Vidcon 2017, maior evento sobre vídeo online e creators do mundo, alguns pontos foram destacados por Adriana Boghosian (Mutato), conforme matéria publicada na Adnews:

  1. Diferenças entre influenciadores no Brasil e nos EUA – enquanto os gringos estão mais preparados para a lógica de mercado dentro das empresas e agências, os brasileiros apresentam inovação nos formatos e variedade nos canais.
  2. Relação entre marcas e Creators – como trabalhar juntos – se discutiu modelos de produção (creators para marcas x marcas com creators) e a importância do papel do influenciador para a construção de uma linguagem/identidade no conteúdo.
  3. Importância das métricas para mensurar o sucesso e ajustar conteúdos (em tempo real, em alguns casos).

Se você trabalha com comunicação, é um creator ou mesmo um entusiasta no assunto, vamos deixar aqui duas dicas valiosas:

  • Youpix Study Tour – material criado pela Youpix, repleto de insights provienientes das principais empresas de tecnologia e entretenimento dos Estados Unidos.
  • Digital Creators – Workshop  de Marketing de Conteúdo em Vídeo, com foco no Facebook, Instagram e Youtube. O curso tem vagas limitadas e ocorrerá agora em novembro, em Salvador, nos dias 18/11, 25/11 e 2/12. [clique aqui]

No último sábado (28/10), Aline Bispo (Grupo Engenho) compartilhou seu conhecimento e simpatia no Performando. Desta vez, o crush foi o Google Adwords! <3

Como em todo início de relacionamento, devemos conhecer o máximo possível sobre o alvo das nossas atenções (para não dar bola fora!). E é por aí que o curso começa, mostrando que um briefing bem executado é a chave para compreender as  principais necessidades do cliente e, a partir daí, definir objetivos e metas mais precisas.

Para gerar mais intimidade com o Google Adwords, Aline fez um tour completo pela plataforma. Aprendemos sobre: os benefícios e as diferenças entre o Google Adwords e o Google Express; os formatos de anúncio, como Rede de Pesquisa (Texto, Shopping e Gráficos), Rede de Display (Textos, Gráficos e Rich Media), Gmail, Vídeo (TrueView In-StreamTrueView video discovery e Bumper), Anúncios em App, entre outros; as segmentações disponíveis na plataforma, como palavras-chave, tópicos, canais, remarketing, públicos-alvo de afinidade, públicos-alvo do mercado; a estrutura das campanhas (conta, campanha, grupos de anúncios e anúncios); e, por fim, as métricas e indicadores-chave de desempenho.

Pronto! Agora já íntimos, todos partiram para a ação. 😉

Pela tarde, a turma aprendeu a criar e otimizar campanhas dentro da Rede de Pesquisa, Rede Display, Gmail e YouTube. O exercício foi fundamental para colocar em prática todo o conhecimento compartilhado, além de tirar dúvidas sobre possibilidades, limitações e macetes do Google Adwords. E foi nesse clima descontraído que terminamos o segundo dia do Performando. Turma reunida para fazer a boa e velha selfie e a sensação de dever cumprido. Em 2018, teremos a segunda edição do curso e mais novidades. Fiquem ligados!

PS.: um grande mistério do curso foi aquela pessoa lá no fundo com a mão levantada. Alguns acreditam que seja apenas um filtro do Instagram. Outros, mais supersticiosos, disseram que pode ser uma entidade protetora dos mídia online da Bahia. Bom, quem tiver ideia do que seja isso, por favor, deixe aqui seu comentário 😉

Google Adwords Performando

Neste sábado (28/10) aconteceu a primeira edição do Share Talks em Salvador. Com mais de 47 eventos em 8 estados no Brasil, o Share veio pela primeira vez para o Nordeste e, para compartilhar conhecimento de primeira, reuniu um mega time de profissionais e acadêmicos para discutir assuntos relacionados à comunicação e marketing digital.

Contando com a presença e participação de estudantes, profissionais, empresários e entusiastas, o evento abordou temas como Planejamento Digital (Dani Rodrigues – Coca-Cola), Big Data aplicada na Mídia (Heloísa Lima – Leo Burnett), Ecommerce (Rafael JK – Sanders Digital), Etnografia Digital (Bruno Honório – Mutato), Análise de Tendências (Gabi Terra – DM9DDB) e Violência de Gênero na Publicidade (Ana Paula Passarelli – New Content).

A COM Inteligência marcou presença no Share participando do debate final sobre o passado, presente e futuro do mercado de comunicação, com presença de Marcel Ayres (Diretor e Estrategista da COM Inteligência), Pablo Reis (Aratu Online) e Dani Rodrigues (Coca-Cola).

O nosso amigo do Blogcitário, Caio Costa, fez um vídeo massa contando os principais insights que aprendeu com os palestrantes e a importância do evento para inspirar e profissionalizar o mercado local. Veja abaixo:

post_com

por Ana Carolina Monteiro

Imagine praias, iates, muita gente linda, taças geladas de vinho rosé. Não, isso não responde ao título dessa postagem. Trata-se do icônico festival que celebra a publicidade mundial: Cannes! Este ano, ao sol do verão da França, as empresas de tecnologia invadiram a festa. Na verdade, dominaram o festival. Mesmo em um espaço dedicado à criatividade, a questão é de matemática (leia-se Money, honey): segundo o banco Credit Suisse, apenas o Google e Facebook respondem por um quinto (1/5) do investimento publicitário mundial.

Abaixo, algumas curiosidades sobre as duas plataformas (dados de 2016):

Google Adwords

  • Alcança 2,6 bi de usuários por mês
  • 180 bi de buscas no Google por mês
  • Potencial de alcance de 90% dos usuários de internet
  • Targeting: localização, demográfico, idioma, palavras-chave, palavras-chave negativas e dispositivo
  • Seleciona taxa de orçamento para dispositivos móveis
  • Otimiza anúncios de texto para celular com WAP
  • Otimiza anúncios de texto para iOS e Android
  • Custo por Clique varia de US$ 0,37 a US$ 5,00

Facebook Ads

  • 1,28 bi de usários ativos por mês
  • 1 trilhão de visualizações por mês
  • Potencial de alcance de 43,8% dos usuários de internet
  • Targeting: localização, demográfico, similaridade, comportamento, interesses e público personalizado
  • Otimiza anúncios para iOS e Android
  • Custo por Clique médio abaixo de US$ 1,00

Fonte: Wishpond / Versão em PT Trampos

E você com isso? Ter domínio sobre esses dois gigantes que dominam o mundo é a melhor ideia você pode ter como publicitário. Está mais fácil encontrar um unicórnio no playground do que contratar um mídia com fluência nas duas plataformas. E não é peculiaridade do mercado local, segue Brasil a fora. Essas criaturas maravilhosas são disputadas pelas agências de publicidade.  Olha o leilão aí minha gente! Eita coisa chata… cansamos. E no melhor estilo Do it yourself, pensamos: por que não formar o profissional que todo mundo quer? Assim nasceu o curso Performando, da COM Academy. E já começamos com uma expectativa ambiciosa: finalizado o curso, quem sabe a vaga de mídia que o Grupo Engenho vem anunciando seja preenchida.